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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Chocolate pode fazer mal aos pets


Não adianta. Por mais firme que você esteja na dieta, os ovos de Páscoa são sempre uma tentação. É quase impossível passar esta temporada sem experimentar os chocolates deliciosos que parecem simplesmente aparecer na nossa frente, em qualquer lugar que a gente vá: no supermercado, na padaria, em reuniões de família… E aí vocês me perguntam: o que essa história tem a ver com os bichinhos? A resposta deveria ser “absolutamente nada”, mas, infelizmente, não é bem assim.


Quando estamos nos deliciando com comidas feitas para gente, como o chocolate, alguns pets (os meus fazem parte do grupo) ficam lá, com aquelas carinhas de pidões, implorando por um pedacinho. Olhos fixos no alimento e as patinhas para cima, como se estivessem dizendo: “Ei, olha eu aqui, me dá um pouquinho!”. Sei que é difícil resistir, mas, pela saúde dos nossos tão queridos e amados amigos peludinhos: não dê nada, nem um pedacinho, nem um farelinho sequer. O organismo dos animais metaboliza as coisas de uma maneira completamente diferente do nosso e, por isso, alguns alimentos que ingerimos normalmente podem fazer um mal danado a eles.

Amanda Carvalho, veterinária do laboratório Vetnil, explica que o chocolate contém um composto químico chamado teobromina, parecido com a cafeína. “A cafeína em excesso faz mal a uma pessoa adulta e não é eliminada pelo organismo de um bebê rapidamente. De forma semelhante age a teobromina no organismo dos pets, que não conseguem eliminá-la do sangue de forma rápida, sendo prejudicial à saúde de cães e gatos e podendo levar a quadros de intoxicação”, afirma.

Portanto, é bom não nos rendermos àqueles focinhos gulosos. Se quiser dar um mimo a seu bichinho na Páscoa, opte pelos chocolates feitos especialmente para eles, à venda nos pet-shops. Ah, e como bem mostra a foto acima, não dar chocolate não basta. É preciso ficar de olho para os espertinhos não roubarem os seus. Combinado?

Fonte: BichoEmCasa

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

CÃES E GATOS DEVEM TER AUTORIZAÇÃO PARA VIAGENS INTERNACIONAIS

Já é cena comum em aeroportos o embarque de cães e gatos para viagens internacionais. Só em Guarulhos, São Paulo, o Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) contabilizou o trânsito de aproximadamente seis mil animais em 2010. A primeira providência que o viajante deve tomar para levar o animal ao exterior é se informar sobre as exigências sanitárias do país de destino.

O trânsito de animais de companhia é fiscalizado pelo Mapa e depende de um certificado emitido pelo Vigiagro – o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI). O primeiro passo para a obtenção do documento é procurar um veterinário, que fornecerá o atestado de saúde do animal e outros documentos eventualmente exigidos pelo país de destino.

Como o atestado de saúde tem validade de três dias, é preciso, dentro desse prazo, dirigir-se à unidade do Vigiagro mais próxima para obter o CZI, que terá validade de dez dias. Caso a viagem demore mais do que isso (se for realizada de navio, por exemplo), o prazo de validade do CZI pode ser estendido. “A permanência no destino pode ser de um, dois, ou 90 dias. Independente disso, o dono do animal terá que procurar o serviço veterinário oficial do país em que está para providenciar um novo documento para retornar ao Brasil”, explica a fiscal federal do Vigiagro, Mirela Eidt.

A fiscal lembra que as autoridades sanitárias brasileiras só podem emitir o CZI se toda a documentação exigida pelo país de destino estiver providenciada. “Para solicitar o certificado não é preciso levar o animal, apenas os documentos. O proprietário é responsável pela fidelidade das informações, que serão fiscalizadas no ponto de ingresso”, destaca. O CZI é feito na hora. Excepcionalmente, porém, devido à grande demanda em algumas unidades, a entrega poderá demorar até 48 horas, desde que todos os requisitos tenham sido atendidos.

A exigência brasileira para receber um cão ou um gato vindos do exterior é o CZI, juntamente com comprovante de vacinação contra a raiva, emitido por veterinário e assinado por agente do governo do país de origem. As unidades do Vigiagro funcionam de segunda a sexta-feira em horário comercial (8h às 18h). Todos os aeroportos dispõem do serviço. No Brasil, o certificado é emitido gratuitamente. Mas, para este tipo de transporte, as companhias aéreas cobram taxas baseadas no peso e tamanho do animal, a critério de cada empresa.

Em viagens nacionais, durante o deslocamento, o proprietário deve ter em mãos a carteira de vacinação do animal, atualizada para a vacina contra a raiva. O trânsito de cães e gatos é monitorado pelo Ministério da Agricultura para evitar a proliferação de doenças que podem prejudicar a produção nacional.

Fonte: CFMV

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Vacinação antirrábica é suspensa em SP

Diante das reações adversas apresentadas por animais vacinados e notificadas à Coordenadoria de Controle de Doenças, a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo decidiu nesta quinta-feira (19) suspender a campanha de vacinação antirrábica de cães e gatos. O anúncio foi feito pela secretária-adjunta da pasta, Clélia Aranda, na sede da secretaria, na Avenida Dr. Arnaldo, na região da Avenida Paulista.
Na capital e em Guarulhos, foram registrados sete casos de choque anafilático, a reação mais grave, em animais vacinados, dos quais seis morreram, sendo quatro gatos e dois cães. Em São Paulo, mais de 121 mil animais já foram imunizados. Entre os dias 16 e 17, foram notificados 567 casos de reações adversas, sendo que 38% foram eventos considerados graves pela secretaria, como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias.
Em Guarulhos, cuja campanha foi suspensa já na semana passada, houve 40 reações adversas, entre 9 e 13 de agosto. No total, mais 42 mil animais foram vacinados. No interior, foram registrados quatro óbitos, mas os dados ainda são incipientes. A nova vacina antirrábica foi adotada pelo Ministério da Saúde neste ano e começou a ser distribuída aos estados no início deste semestre.
Apesar disso, para a secretária-adjunta, ainda não é possível associar as reações adversas com a aplicação da nova vacina. "Decidimos suspender a campanha de vacinação porque pretendemos fazer uma investigação mais aprofundada, para saber se os óbitos têm a ver com as vacinas. Não podemos falar ainda em substituição da vacina", afirmou Aranda.
Segundo a secretária-adjunta, nos anos anteriores não houve tantos casos relacionados à vacinação antirrábica notificados. "Por isso, decidimos suspender a campanha por precaução, mas precisamos descartar primeiro outras possibilidades. O choque anafilático pode acontecer, mas queremos saber se os eventos são proporcionais", disse.
Clélia Aranda afirmou ainda que a nova vacina é um produto licenciado no país desde 2003. "A formulação dela é produzida com uma tecnologia diferente, "uma tecnologia mais apurada". Segundo ela, desde 1998 não são registrados casos de raiva transmitida por cães no estado. "A nossa preocupação atual é com a raiva transmitida por morcego", disse.
A maior parte das reações tem sido observada em gatos e em cães de pequeno porte (até 6,5 kg de peso). Em São Paulo, 85,3% das reações adversas foram em gatos vacinados nos dias 16 e 17.
A gerente de vendas Marli Aparecido Alvarez, de 46 anos, relatou ao G1 que solicitou a ida de um agente do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) até a sua residência, em Artur Alvim, na Zona Leste da capital, para vacinar nove gatos, sendo três dela e seis da mãe dela, que mora ao lado.
"Quando cheguei em casa à noite (de quarta-feira), notei que os três estavam parados, mas pensei que fosse por causa do frio. Depois percebi que eles estavam com os olhos vidrados. Liguei para o pessoal do CCZ e eles confirmaram que a vacina estava dando problema", contou Marli.
Segundo ela, os agentes do CCZ recomendaram a ela que desse "gotinhas de dipirona" para os animais. Nesta quinta-feira, um veterinário do CCZ retornou à casa dela e aplicou uma injeção de corticóide no gato mais velho, de 15 anos. "Nos outros dois, não foi possível porque são mais novos. Chorei a noite toda de tanta preocupação", disse, ainda angustiada com o estado de saúde de seus bichos de estimação.

Fonte: G1

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Sancionada em Campo Grande, lei que prevê convênios para castração de cães e gatos

Lei sancionada pelo prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB) permite que a prefeitura firme convênio com ONGs (Organizações Não Governamentais) de proteção aos animais ou entidades que realizem atendimentos veterinários para as ações de controle populacional.

Pela Lei, as entidades vão abrigar os bichos durante a recuperação e, quando for o caso de animais de rua, destinar à adoção.

Serão encaminhados para castração animais de rua e de famílias cuja renda não passe de 3 salários mínimos. A prioridade é para cadelas de bairros carentes, que não tenham infra-estrutura ou saneamento básico.

Após o procedimento de castração, a alta deve ocorrer em até 30 dias e se for necessária cirurgia o dono terá de autorizar e ser cientificado dos cuidados pós-cirúrgicos. A partir da Lei devem ser firmados convênios e as entidades que receberem recursos para se manter vão ter que prestar contas à Prefeitura todos os meses.

As entidades conveniadas também terão que orientar os donos dos bichos sobre os cuidados necessários, vacinação, higiene e a guarda responsável, com intuito de evitar ataques pelos animais.

A presidente do Abrigo dos Bichos, Maria Lúcia Metello, afirma que há também um projeto de Lei federal neste mesmo sentido, no Senado.

“Hoje os animais se proliferam sem controle, as pessoas não têm conscientização, não querem os filhotes e jogam na rua. Os bichos sofrem e o pior é que podem contrair e transmitir doenças. É uma questão de proteção ao animal e também de saúde pública”, diz.

Em Campo Grande a população estimada de cães é de 130 mil e de gatos, de 35 mil.

Fonte: CRMV/MS